Na linguagem escrita, a produção de textos de forma adequada é chave, pois não há segunda chance para correções e esclarecimentos.
Em situações corriqueiras podemos recorrer a tradutores online, pois estes costumam ter bom desempenho na tradução de frases ou palavras isoladas. Contudo, quando se trata de textos em que se avalia sua atuação profissional, você não pode arriscar a correta transmissão do significado veiculado no texto. Os erros mais comuns cometidos pelos tradutores online são: a supressão de palavras, a tradução incorreta de nomes próprios ou termos desconhecidos, a desconsideração do contexto, comprometendo com isso o próprio sentido do texto.
Conte com uma tradutora que tem o espanhol como língua nativa, formada em ensino da língua e comunicação, e com sólida experiência na área.

Mesmo quando você tem certo domínio do espanhol e conta com ferramentas oferecidas pela tecnologia, é bom não correr o risco de que seu trabalho carregue erros que, para o tradutor online ou o(a) falante não nativo(a), costumam passar desapercebidos. Seu trabalho merece ser conhecido da forma adequada.

Trata-se de uma tradução mais especializada, pois requer o domínio da linguagem acadêmica e de termos específicos da área de conhecimento em questão. Adriana Bogado dispõe de uma formação acadêmica multidisciplinar que possibilita o domínio da linguagem científica e do léxico de diferentes áreas do conhecimento para traduzir seu trabalho de forma fiel e adequada.

A internet possibilitou superar as fronteiras físicas da sua empresa, mas, de fato, seu negócio se amplia quando você consegue superar as fronteiras linguísticas, abrangendo novos públicos. Segundo o relatório “O Espanhol: uma língua viva”, o idioma em comum multiplica por quatro as exportações bilaterais entre os países.

Desigualdades ambientales y participación en la gobernanza de las aguas: el caso del campo paulista, Rodrigo Constante Martins. Revista Institucional de la Defensa Pública de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, v. 25, p. 600-616, 2021. Disponível em: https://www.mpdefensa.gob.ar/sites/default/files/libro_derecho_al_agua_baja.pdf

Mascarillas y Brujas, Maria Aparecida de Moraes Silva, In: Asalariadas Rurales en América Latina, Lorena Rodríguez Lezica; Julieta Krapovickas; Alicia Migliaro; Joaquín Cardeillac; Matías Carámbula (Coord.), Noviembre 2020, Montevideo – Uruguay (ISBN 978-9915-40-261-1), p.19-41. Disponível em: https://www.trama.ufscar.br/wp-content/uploads/2020/12/Asalariadas_rurales_en_Am%C3%A9rica_Latina.pdf

Estudios sobre el trabajo en los cañaverales y los campos de flores en Brasil, Maria Aparecida de Moraes Silva. Lúcio Vasconcellos de Verçoza, 2020. [Organizadores]. Disponível em: https://www.clacso.org.ar/libreria-latinoamericana/libro_detalle.php?id_libro=2211&pageNum_rs_libros=0&totalRows_rs_libros=1413

GUANAIS, Juliana Biondi. Salario por pieza y superexplotación del trabajo. Sociología del Trabajo, n°92 (2018), p.67-85. Disponível em: http://revistas.ucm.es/index.php/STRA/article/view/59579/4564456546962

GIL, Félix. Circulación y superexplotación del trabajo. Sociología del Trabajo, n°92 (2018), p.87-105. Disponível em: http://revistas.ucm.es/index.php/STRA/article/view/59578/4564456546963